“Nossa geração não lamenta tanto os crimes dos perversos quanto o estarrecedor silêncio dos bondosos “.
Martin Luther King
Caros amigos,
Este fim de semana, a proibição da ONU ao comércio de marfim poderá ser eliminada -- uma decisão que pode acabar com os elefantes da África. No entanto, diversas nações africanas estão tentando reverter esse processo. Vamos mandar uma onda de apoio para salvar os elefantes. Assine a petição abaixo:
Este fim de semana (13 de março), dois governos africanos vão tentar efraquecer a proibição mundial do comércio de marfim -- essa decisão pode acabar com toda a população de elefantes e colocar estes animais mais próximos da extinção.
A Tanzania e a Zâmbia estão fazendo lobby junto à ONU para conseguirem exceções à proibição. Se isto acontecer, os traficantes de marfim verão que a proteção mundial está enfraquecida e que a temporada de caça está aberta. Outros países africanos são contra o fim desta lei e estão propondo uma extensão dela por mais 20 anos.
Nossa melhor chance de salvar os últimos elefantes do continente africano é apoiando os conservacionistas da África. Nós só temos mais 5 dias até a reunião do Grupo de Espécies em Extinção da ONU, eles só se reunem a cada 3 anos. Clique abaixo para assinar a petição urgente pela proteção dos elefantes e encaminhe esse email para que possamos entregar milhares de assinaturas na reunião:
http://www.avaaz.org/po/no_more_bloody_ivory/?vl
Há mais de 20 anos, a Convenção do Comércio a Espécies em Extinção (CITES) estabeleceu uma proibição mundial ao comércio de marfim. A caça ilegal para fins comerciais foi abolida e os preços do marfim subiram. O pouco policiamento e a vontade de reverter esta lei por países como a Tanzania e a Zâmbia, fizeram com que o comércio ilegal desse material se tornasse lucrativo .
Mesmo com a proibição mundial, mais de 30.000 elefantes são mortos todo ano e seus dentes arrancados com machados e motoserras por caçadores ilegais. Caso a Tanzania e a Zâmbia consigam reverter esta lei, a situação vai ficar ainda pior.
Nós temos uma chance única esta semana, podendo prorrogar a proibição e reprimir a caça ilegal, antes que se percam ainda mais elefantes -- assine a petição agora e encaminhe esta mensagem para todos que você conhece:
http://www.avaaz.org/po/no_more_bloody_ivory/?vl
Em diferentes culturas do mundo e através da nossa história, elefantes são revereciados por religiões e despertam o nosso imaginário com personagens como Babar e Dumbo. No entanto, atualmente, esta lindas e inteligentes criaturas estão sendo aniquiladas. Enquanto houver demanda por marfim, a caça ilegal para fins comercias continuará a existir. Nós podemos proteger estes animais e acabar com os lucros desta indústria criminosa -- Assine a petição agora:
http://www.avaaz.org/po/no_more_bloody_ivory/?vl
Com esperança,
Alice, Iain, Raluca, Graziela, Paul, Luis, Paula Benjamin, David, Ben e toda a equipe Avaaz
Mais informações:
Tanzânia e Zâmbia acusadas de laxismo na protecção de elefantes:
http://br.noticias.yahoo.com/s/18022010/24/economia-negocios-elefantes-uniao-europeia-dando.html
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sexta-feira, 12 de março de 2010
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
A Tragédia dos Ursos na China
11 de dezembro de 2009
Ursos clamam por humanidade na China!
É incrível que em pleno século XX, quando o homem já pisou na lua e os computadores globalizam o conhecimento, ainda existam na China milhares de ursos presos para que lhes sejam retirados a substância da sua bílis que de acordo com a milenar tradição da medicina chinesa cura todas as doenças como: dor de cabeça, pedra nos rins, cirrose, ressaca e atualmente usa-se também na confecção de shampus e afrodisíacos. Todavia existem poucas informações que comprovem cientificamente a eficiência dos mesmos.
No passado, apenas o Mandarim e sua corte faziam uso desta substância. Atualmente, milhões de chineses e asiáticos têm acesso ao produto. Sua demanda cresceu de tal forma, que a China se vê obrigada a buscar ursos em outros paísesm a fim de supri-la, das oito espécies seis estão em extinção.
Para preservar o patrimônio, criaram em 1985 centenas de fazendas de ursos, onde 10.000 (dez mil) ursos são mantidos presos, deitados horizontalmente sobre suas próprias urina e fezes queimando-lhes o couro. A jaula, tipo caixão é tão pequena que não lhes permitem virar-se e nem ao menos se coçar.
Com a pata puxam a comida através do pequeno vão da jaula. Para saciar a sede, os pobres ursos têm que esticar a língua para lamber as barras da jaula. Têm dores alucinantes de ficarem aproximadamente 15 anos na mesma posição deformando-lhes os ossos. São 15 anos ou 180 meses ou 5.475 dias ou 131.400 horas 78.844.000 minutos contínuos de dor.
Para obterem a bílis promovem o mais terrível comércio. Durante a extração do líquido plantam um tubo na vesícula, a outra extremidade fica para fora da barriga do urso onde um equipamento de metal suga a bílis. As dores do urso ultrapassam todos os limites imagináveis. Ele urra de dor, se mutila, procura suicidar-se. Eles o prendem com colete de metal, colocam-no na jaula com barras de pressão e o dopam.
O produto obtido nestas condições não é mais medicinal é VENENO. O que lembra as terríveis alucinações de FRANKESTEIN.
Para preservar a reputação cultural da medicina milenar chinesa as autoridades, considerando que as fazendas de ursos são recentes - 1985, declararam que, assim que for descoberta uma erva que substitua o líquido da bílis dos ursos, as fazendas serão eliminadas.
Neste momento crucial de mudanças políticas que ocorrem na China, o que acontecerá às promessas feitas pelo último governo sobre a liberdade dos ursos? O que acontecerá a eles?
Com as recentes mudanças ao controle inglês no início de julho/97, é possível que tenhamos uma forte reação contra países que interfiram nas decisões políticas, financeiras ou conservacionistas na China. A IFAW, uma organização inglesa, por exemplo, cujo presidente é o Príncipe Charles, tem apoiado a idéia de fechamento das “fazendas de ursos”, pertencentes ao governo chinês.
Apelos internacionais fizeram com que o governo chinês desativasse duas de sua fazendas: Zhuhai em 1993 e Huizhou em 1995.
Nós da Fauna Free estamos lutando junto às ONG’S nacionais e internacionais, como a IFAW - INTERNATIONAL FUND FOR ANIMAL WELFARE na mobilização de seres humanos, que assim como nós, não conseguem mais dormir em paz, sabendo que milhares de ursos, nossos companheiros de jornada neste planeta estão sofrendo tamanha atrocidade a cada minuto de suas vidas. Precisamos espalhar estas informações para outras instituições, de forma a desencadear um movimento MUNDIAL contra atrocidades não compatíveis com o nível cultural de um país milenar e mundialmente admirado por sua grande sabedoria.
Quanto tempo mais teremos que esperar sabendo que milhares de ursos estão sofrendo?
Os ursos não podem esperar mais!
Nós temos que ativar ajuda internacional para manter o governo chinês sob pressão.
Felicitas B. Barreto
11 de dezembro de 2009
Ursos clamam por humanidade na China!
É incrível que em pleno século XX, quando o homem já pisou na lua e os computadores globalizam o conhecimento, ainda existam na China milhares de ursos presos para que lhes sejam retirados a substância da sua bílis que de acordo com a milenar tradição da medicina chinesa cura todas as doenças como: dor de cabeça, pedra nos rins, cirrose, ressaca e atualmente usa-se também na confecção de shampus e afrodisíacos. Todavia existem poucas informações que comprovem cientificamente a eficiência dos mesmos.
No passado, apenas o Mandarim e sua corte faziam uso desta substância. Atualmente, milhões de chineses e asiáticos têm acesso ao produto. Sua demanda cresceu de tal forma, que a China se vê obrigada a buscar ursos em outros paísesm a fim de supri-la, das oito espécies seis estão em extinção.
Para preservar o patrimônio, criaram em 1985 centenas de fazendas de ursos, onde 10.000 (dez mil) ursos são mantidos presos, deitados horizontalmente sobre suas próprias urina e fezes queimando-lhes o couro. A jaula, tipo caixão é tão pequena que não lhes permitem virar-se e nem ao menos se coçar.
Com a pata puxam a comida através do pequeno vão da jaula. Para saciar a sede, os pobres ursos têm que esticar a língua para lamber as barras da jaula. Têm dores alucinantes de ficarem aproximadamente 15 anos na mesma posição deformando-lhes os ossos. São 15 anos ou 180 meses ou 5.475 dias ou 131.400 horas 78.844.000 minutos contínuos de dor.
Para obterem a bílis promovem o mais terrível comércio. Durante a extração do líquido plantam um tubo na vesícula, a outra extremidade fica para fora da barriga do urso onde um equipamento de metal suga a bílis. As dores do urso ultrapassam todos os limites imagináveis. Ele urra de dor, se mutila, procura suicidar-se. Eles o prendem com colete de metal, colocam-no na jaula com barras de pressão e o dopam.
O produto obtido nestas condições não é mais medicinal é VENENO. O que lembra as terríveis alucinações de FRANKESTEIN.
Para preservar a reputação cultural da medicina milenar chinesa as autoridades, considerando que as fazendas de ursos são recentes - 1985, declararam que, assim que for descoberta uma erva que substitua o líquido da bílis dos ursos, as fazendas serão eliminadas.
Neste momento crucial de mudanças políticas que ocorrem na China, o que acontecerá às promessas feitas pelo último governo sobre a liberdade dos ursos? O que acontecerá a eles?
Com as recentes mudanças ao controle inglês no início de julho/97, é possível que tenhamos uma forte reação contra países que interfiram nas decisões políticas, financeiras ou conservacionistas na China. A IFAW, uma organização inglesa, por exemplo, cujo presidente é o Príncipe Charles, tem apoiado a idéia de fechamento das “fazendas de ursos”, pertencentes ao governo chinês.
Apelos internacionais fizeram com que o governo chinês desativasse duas de sua fazendas: Zhuhai em 1993 e Huizhou em 1995.
Nós da Fauna Free estamos lutando junto às ONG’S nacionais e internacionais, como a IFAW - INTERNATIONAL FUND FOR ANIMAL WELFARE na mobilização de seres humanos, que assim como nós, não conseguem mais dormir em paz, sabendo que milhares de ursos, nossos companheiros de jornada neste planeta estão sofrendo tamanha atrocidade a cada minuto de suas vidas. Precisamos espalhar estas informações para outras instituições, de forma a desencadear um movimento MUNDIAL contra atrocidades não compatíveis com o nível cultural de um país milenar e mundialmente admirado por sua grande sabedoria.
Quanto tempo mais teremos que esperar sabendo que milhares de ursos estão sofrendo?
Os ursos não podem esperar mais!
Nós temos que ativar ajuda internacional para manter o governo chinês sob pressão.
Felicitas B. Barreto
TRAGÉDIA DOS URSOS NA CHINA

Ursos clamam por humanidade na China!
É incrível que em pleno século XX, quando o homem já pisou na lua e os computadores globalizam o conhecimento, ainda existam na China milhares de ursos presos para que lhes sejam retirados a substância da sua bílis que de acordo com a milenar tradição da medicina chinesa cura todas as doenças como: dor de cabeça, pedra nos rins, cirrose, ressaca e atualmente usa-se também na confecção de shampus e afrodisíacos. Todavia existem poucas informações que comprovem cientificamente a eficiência dos mesmos.
No passado, apenas o Mandarim e sua corte faziam uso desta substância. Atualmente, milhões de chineses e asiáticos têm acesso ao produto. Sua demanda cresceu de tal forma, que a China se vê obrigada a buscar ursos em outros paísesm a fim de supri-la, das oito espécies seis estão em extinção.
Para preservar o patrimônio, criaram em 1985 centenas de fazendas de ursos, onde 10.000 (dez mil) ursos são mantidos presos, deitados horizontalmente sobre suas próprias urina e fezes queimando-lhes o couro. A jaula, tipo caixão é tão pequena que não lhes permitem virar-se e nem ao menos se coçar.
Com a pata puxam a comida através do pequeno vão da jaula. Para saciar a sede, os pobres ursos têm que esticar a língua para lamber as barras da jaula. Têm dores alucinantes de ficarem aproximadamente 15 anos na mesma posição deformando-lhes os ossos. São 15 anos ou 180 meses ou 5.475 dias ou 131.400 horas 78.844.000 minutos contínuos de dor.
Para obterem a bílis promovem o mais terrível comércio. Durante a extração do líquido plantam um tubo na vesícula, a outra extremidade fica para fora da barriga do urso onde um equipamento de metal suga a bílis. As dores do urso ultrapassam todos os limites imagináveis. Ele urra de dor, se mutila, procura suicidar-se. Eles o prendem com colete de metal, colocam-no na jaula com barras de pressão e o dopam.
O produto obtido nestas condições não é mais medicinal é VENENO. O que lembra as terríveis alucinações de FRANKESTEIN.
Para preservar a reputação cultural da medicina milenar chinesa as autoridades, considerando que as fazendas de ursos são recentes - 1985, declararam que, assim que for descoberta uma erva que substitua o líquido da bílis dos ursos, as fazendas serão eliminadas.
Neste momento crucial de mudanças políticas que ocorrem na China, o que acontecerá às promessas feitas pelo último governo sobre a liberdade dos ursos? O que acontecerá a eles?
Com as recentes mudanças ao controle inglês no início de julho/97, é possível que tenhamos uma forte reação contra países que interfiram nas decisões políticas, financeiras ou conservacionistas na China. A IFAW, uma organização inglesa, por exemplo, cujo presidente é o Príncipe Charles, tem apoiado a idéia de fechamento das "fazendas de ursos", pertencentes ao governo chinês.
Apelos internacionais fizeram com que o governo chinês desativasse duas de sua fazendas: Zhuhai em 1993 e Huizhou em 1995.
Nós da Fauna Free estamos lutando junto às ONG'S nacionais e internacionais, como a IFAW - INTERNATIONAL FUND FOR ANIMAL WELFARE na mobilização de seres humanos, que assim como nós, não conseguem mais dormir em paz, sabendo que milhares de ursos, nossos companheiros de jornada neste planeta estão sofrendo tamanha atrocidade a cada minuto de suas vidas. Precisamos espalhar estas informações para outras instituições, de forma a desencadear um movimento MUNDIAL contra atrocidades não compatíveis com o nível cultural de um país milenar e mundialmente admirado por sua grande sabedoria.
Quanto tempo mais teremos que esperar sabendo que milhares de ursos estão sofrendo?
Os ursos não podem esperar mais!
Nós temos que ativar ajuda internacional para manter o governo chinês sob pressão.
Felicitas B. Barreto
É incrível que em pleno século XX, quando o homem já pisou na lua e os computadores globalizam o conhecimento, ainda existam na China milhares de ursos presos para que lhes sejam retirados a substância da sua bílis que de acordo com a milenar tradição da medicina chinesa cura todas as doenças como: dor de cabeça, pedra nos rins, cirrose, ressaca e atualmente usa-se também na confecção de shampus e afrodisíacos. Todavia existem poucas informações que comprovem cientificamente a eficiência dos mesmos.
No passado, apenas o Mandarim e sua corte faziam uso desta substância. Atualmente, milhões de chineses e asiáticos têm acesso ao produto. Sua demanda cresceu de tal forma, que a China se vê obrigada a buscar ursos em outros paísesm a fim de supri-la, das oito espécies seis estão em extinção.
Para preservar o patrimônio, criaram em 1985 centenas de fazendas de ursos, onde 10.000 (dez mil) ursos são mantidos presos, deitados horizontalmente sobre suas próprias urina e fezes queimando-lhes o couro. A jaula, tipo caixão é tão pequena que não lhes permitem virar-se e nem ao menos se coçar.
Com a pata puxam a comida através do pequeno vão da jaula. Para saciar a sede, os pobres ursos têm que esticar a língua para lamber as barras da jaula. Têm dores alucinantes de ficarem aproximadamente 15 anos na mesma posição deformando-lhes os ossos. São 15 anos ou 180 meses ou 5.475 dias ou 131.400 horas 78.844.000 minutos contínuos de dor.
Para obterem a bílis promovem o mais terrível comércio. Durante a extração do líquido plantam um tubo na vesícula, a outra extremidade fica para fora da barriga do urso onde um equipamento de metal suga a bílis. As dores do urso ultrapassam todos os limites imagináveis. Ele urra de dor, se mutila, procura suicidar-se. Eles o prendem com colete de metal, colocam-no na jaula com barras de pressão e o dopam.
O produto obtido nestas condições não é mais medicinal é VENENO. O que lembra as terríveis alucinações de FRANKESTEIN.
Para preservar a reputação cultural da medicina milenar chinesa as autoridades, considerando que as fazendas de ursos são recentes - 1985, declararam que, assim que for descoberta uma erva que substitua o líquido da bílis dos ursos, as fazendas serão eliminadas.
Neste momento crucial de mudanças políticas que ocorrem na China, o que acontecerá às promessas feitas pelo último governo sobre a liberdade dos ursos? O que acontecerá a eles?
Com as recentes mudanças ao controle inglês no início de julho/97, é possível que tenhamos uma forte reação contra países que interfiram nas decisões políticas, financeiras ou conservacionistas na China. A IFAW, uma organização inglesa, por exemplo, cujo presidente é o Príncipe Charles, tem apoiado a idéia de fechamento das "fazendas de ursos", pertencentes ao governo chinês.
Apelos internacionais fizeram com que o governo chinês desativasse duas de sua fazendas: Zhuhai em 1993 e Huizhou em 1995.
Nós da Fauna Free estamos lutando junto às ONG'S nacionais e internacionais, como a IFAW - INTERNATIONAL FUND FOR ANIMAL WELFARE na mobilização de seres humanos, que assim como nós, não conseguem mais dormir em paz, sabendo que milhares de ursos, nossos companheiros de jornada neste planeta estão sofrendo tamanha atrocidade a cada minuto de suas vidas. Precisamos espalhar estas informações para outras instituições, de forma a desencadear um movimento MUNDIAL contra atrocidades não compatíveis com o nível cultural de um país milenar e mundialmente admirado por sua grande sabedoria.
Quanto tempo mais teremos que esperar sabendo que milhares de ursos estão sofrendo?
Os ursos não podem esperar mais!
Nós temos que ativar ajuda internacional para manter o governo chinês sob pressão.
Felicitas B. Barreto
sábado, 16 de janeiro de 2010
PRODUÇÃO DE OVOS DE GRANJA
“ Primeiro foi necessário civilizar o homem em relação ao próprio homem. Agora é necessário civilizar o homem em relação à natureza e aos animais. ” Victor Hugo
Essa imagem não tem mais nada de real. As fazendas que abastecem as grandes cidades não são mais controladas por pessoas simples do interior. Fazenda agora é um grande negócio. Os métodos de linha de montagem e a entrada de grandes empresas transformaram o campo em "agribusiness“ , que é uma atividade competitiva em que não há mais lugar para sentimentos ou integração com plantas, animais e com a natureza. Os métodos adotados cortam custos e aumentam a produção. Animais são tratados como máquinas que convertem rações baratas em carne, ovos e leite mais caros. Sob esses métodos, os animais vivem vidas miseráveis do nascimento ao abate. As galinhas têm a má sorte de servirem aos humanos de duas maneiras: pela sua carne e pelos seus ovos. Poucas fazendas hoje em dia são iguais àquela imagem que se tem das fazendas antigas: um lugar aprazível, tranquilo, com uma manada de galinhas cercadas de pintinhos ciscando, supervisionados pelo galo empoleirado no alto do celeiro.
A Industrialização da Crueldade
CRIAÇÃO INTENSIVA
As galinhas poedeiras passam a vida inteira sem poder se locomover devido ao minúsculo tamanho das suas celas , pisando em fios de arame, sem descanso para os pés, com a luz acesa 24 horas por dia, confinadas sem possibilidades de andar , ver a luz e tomar banho d e sol , sem conseguir virar sobre si mesm a s, levantar ou bater uma asa , espreguiçar, empoleirar, ciscar, pisar e se sujar na terra e muito menos estabelecer laços sociais e familiares com outros animais da mesma espé cie.
São produzidas em verdadeiras "fábricas", passando privações de que poucos de nós nos apercebemos, e ainda ameaçando à saúde pública poluindo o ar e a água. Normalmente, são usadas gaiolas contendo 2 ou 3 aves , medem de 30 a 35 centímetros de largura por 43 de comprimento (menos que uma página de jornal aberta).
A criação industrial intensiva de galinhas as obriga serem mantidas em condições pouco naturais, pois a concentração de animais em espaços muito reduzidos é necessária para a obtenção máxima de lucros a qualquer custo . Elas se quer podem levantar totalmente no fundo da gaiola e o chão é inclinado para o ovo rolar em direção à calha coletora.
O sofrimento animal é devido ao espaço reduzido e à alimentação pouco natural, forçada, que é um risco para a saúde animal e humana, devido ao uso excessivo de antibióticos, hormônios e à acumulação de toxinas. Em alguns casos, o número de galinhas chega a 9 por gaiola. Entre as galinhas existe uma hierarquia que fica impossível estabelecer com tão grande quantidade de aves em um espaço tão mínimo.
Algumas galinhas poedeiras são mantidas em gaiolas individuais com cerca de 20 x 20 cm (menor que a tela de seu monitor) , onde não podem sequer esticar os pés e as asas. Neste pequeno espaço, estão sempre em contacto com as grades, sofrendo perda de penas , debilidade, neurose, stress e lesões constantes.
Para reduzir os ferimentos por bicadas, um comportamento aberrante levado ao limite nestas condições, em que as galinhas estressadas, aborrecidas e frustradas se tornam agressivas, parte dos bicos é cortada com uma lâmina aquecida , causando dor severa durante semanas pois , corta-se através de osso, cartilagem , vasos sanguíneos e tecidos moles. O desbicamento é feito duas vezes na vida de uma galinha: logo após o nascimento e logo antes da época de pôr os ovos. Algumas aves não conseguem comer depois de cortado o bico e morrem de fome.
Estas galinhas põem mais de 250 ovos por ano, logo os seus corpos ficam fracos e morrem freqüentemente com ovos entalados ou por problemas de fígado, devidos ao esforço desenvolvido para produzir gordura e proteínas para os ovos. A osteoporose é freqüente pois perdem muito cálcio para a produção da casca dos ovos. Para poupar em salários, não há funcionários dedicados a cuidar das aves que adoecem.
Após um ano de produção de ovos, as galinhas são consideradas "gastas“ , “inúteis” e são abatidas. Os seus esqueletos fragilizados partem durante o transporte e no matadouro, acabam em derivados de galinha, onde os seus corpos são desfeitos de modo a esconder as nódoas negras , as penas e as fezes dos consumidores. Muitas são incluídas em rações para outros animais de criação.
Por cada galinha numa gaiola de postura, existiu um pinto macho que foi morto na chocadeira. As galinhas poedeiras foram selecionadas para pôr o máximo de ovos, logo não crescem tão rapidamente como os frangos para consumo, logo os pintos macho não têm valor econômico e são deitados fora no dia em que nascem, da forma mais barata possível, freqüentemente postos no caixote do lixo, onde sufocam ou são esmagados e triturados vivos por máquinas de tratamento de lixo. Alguns produtores evitando o “desperdício”, moem os pintinhos vivos, com penas e fezes e depois temperam para fabricar derivados de galinha ( Caldo Knorr, Maggi, Arisco , etc...) Os pintinhos machos que nascem nas granjas são descartados, vivos , moídos numa espécie de liquidificador gigante. O utros são incinerados ou enterrados vivos .
O chão das gaiolas é de arame, o que facilita a limpeza das f ezes que caem por entre as grades e se acumulam no chão durante meses , causando um cheiro insuportável e ainda causa ndo um desconforto durante toda a vida da galinha. Em galpões pouco ventilados, os excrementos exalam vapores que causam infecções respiratórias, infecções nos olhos e outros danos .
As galinhas “gastas” são levadas para o matadouro , famintas, ossos quebrados, em caixas abertas, sofrendo freqüentemente ferimentos. Não têm direito nem à última refeição. Para economizar em ração, o avicultor suspende o alimento 30 horas antes do abate, já que o abatedouro não paga pelo alimento que fica no aparelho digestivo.
Já no matadouro, a quelas que não estavam bem atordoadas e/ou não foram mortas pela lâmina, são, portanto, escaldadas vivas.
Logo após são penduradas pelas patas e, por vezes, mergulhadas num banho eletrificado para as atordoar e acelerar a matança. As suas gargantas são cortadas, geralmente por uma lâmina mecânica, e mergulhadas em água a ferver para serem depenadas.
Esta última etapa não constituiria problema algum em um animal morto porém, como as indústrias tem acelerado o processo de abate em milhares de corpos por hora, grande parte dos animais chegam ao tanque de fervura ainda vivos. No calor do Verão, os aviários superlotados levam a uma mortandade massiva de aves. A atenção dos órgãos de comunicação social vai geralmente para as elevadas perdas monetárias, não para as mortes miseráveis de milhões de criaturas indefesas .
As aves sofrem também devido aos azares dos seus donos e criadores. Alguns granjeiros falidos abandonam as galinhas poedeiras para morrer de fome. Quando são descobertas, apenas jazem milhares de seus esqueletos no interior das minúsculas gaiolas.
Esta é uma realidade que resume bem o modo de pensar e agir da indústria de criação intensiva produtora de aves e ovos e outros animais no mundo inteiro . Você não precisa deixar de comer ovos - e certamente não o fará. M as quando for ao supermercado, d ê preferência aos ovos de GALINHA CAIPIRA , ou encomende-os a um sitiante , eles são mais naturais e as galinhas caipiras são criadas mais soltas e sem os requintes bárbaros do capitalismo selvagem . Assim , você estará contribuindo em não sustentar essa indústria, fazendo uma alimentação sem crueldade e diminuindo o sofrimento e a tortura dos animais no mundo . FAÇA SUA PARTE
Vamos fazer nossa parte. Divulgue este documento. Mande para todas as pessoas que você conhece.
A NATUREZA AGRADECE !!!
“ Respeite todas as coisas vivas, especialmente as indefesas”
Ovos De Granja - Presentation TranscriptPRODUÇÃO DE OVOS DE GRANJA Rildo Silveira Created by [email_address] Cruzília – MG – Brasil “
Essa imagem não tem mais nada de real. As fazendas que abastecem as grandes cidades não são mais controladas por pessoas simples do interior. Fazenda agora é um grande negócio. Os métodos de linha de montagem e a entrada de grandes empresas transformaram o campo em "agribusiness“ , que é uma atividade competitiva em que não há mais lugar para sentimentos ou integração com plantas, animais e com a natureza. Os métodos adotados cortam custos e aumentam a produção. Animais são tratados como máquinas que convertem rações baratas em carne, ovos e leite mais caros. Sob esses métodos, os animais vivem vidas miseráveis do nascimento ao abate. As galinhas têm a má sorte de servirem aos humanos de duas maneiras: pela sua carne e pelos seus ovos. Poucas fazendas hoje em dia são iguais àquela imagem que se tem das fazendas antigas: um lugar aprazível, tranquilo, com uma manada de galinhas cercadas de pintinhos ciscando, supervisionados pelo galo empoleirado no alto do celeiro.
A Industrialização da Crueldade
CRIAÇÃO INTENSIVA
As galinhas poedeiras passam a vida inteira sem poder se locomover devido ao minúsculo tamanho das suas celas , pisando em fios de arame, sem descanso para os pés, com a luz acesa 24 horas por dia, confinadas sem possibilidades de andar , ver a luz e tomar banho d e sol , sem conseguir virar sobre si mesm a s, levantar ou bater uma asa , espreguiçar, empoleirar, ciscar, pisar e se sujar na terra e muito menos estabelecer laços sociais e familiares com outros animais da mesma espé cie.
São produzidas em verdadeiras "fábricas", passando privações de que poucos de nós nos apercebemos, e ainda ameaçando à saúde pública poluindo o ar e a água. Normalmente, são usadas gaiolas contendo 2 ou 3 aves , medem de 30 a 35 centímetros de largura por 43 de comprimento (menos que uma página de jornal aberta).
A criação industrial intensiva de galinhas as obriga serem mantidas em condições pouco naturais, pois a concentração de animais em espaços muito reduzidos é necessária para a obtenção máxima de lucros a qualquer custo . Elas se quer podem levantar totalmente no fundo da gaiola e o chão é inclinado para o ovo rolar em direção à calha coletora.
O sofrimento animal é devido ao espaço reduzido e à alimentação pouco natural, forçada, que é um risco para a saúde animal e humana, devido ao uso excessivo de antibióticos, hormônios e à acumulação de toxinas. Em alguns casos, o número de galinhas chega a 9 por gaiola. Entre as galinhas existe uma hierarquia que fica impossível estabelecer com tão grande quantidade de aves em um espaço tão mínimo.
Algumas galinhas poedeiras são mantidas em gaiolas individuais com cerca de 20 x 20 cm (menor que a tela de seu monitor) , onde não podem sequer esticar os pés e as asas. Neste pequeno espaço, estão sempre em contacto com as grades, sofrendo perda de penas , debilidade, neurose, stress e lesões constantes.
Para reduzir os ferimentos por bicadas, um comportamento aberrante levado ao limite nestas condições, em que as galinhas estressadas, aborrecidas e frustradas se tornam agressivas, parte dos bicos é cortada com uma lâmina aquecida , causando dor severa durante semanas pois , corta-se através de osso, cartilagem , vasos sanguíneos e tecidos moles. O desbicamento é feito duas vezes na vida de uma galinha: logo após o nascimento e logo antes da época de pôr os ovos. Algumas aves não conseguem comer depois de cortado o bico e morrem de fome.
Estas galinhas põem mais de 250 ovos por ano, logo os seus corpos ficam fracos e morrem freqüentemente com ovos entalados ou por problemas de fígado, devidos ao esforço desenvolvido para produzir gordura e proteínas para os ovos. A osteoporose é freqüente pois perdem muito cálcio para a produção da casca dos ovos. Para poupar em salários, não há funcionários dedicados a cuidar das aves que adoecem.
Após um ano de produção de ovos, as galinhas são consideradas "gastas“ , “inúteis” e são abatidas. Os seus esqueletos fragilizados partem durante o transporte e no matadouro, acabam em derivados de galinha, onde os seus corpos são desfeitos de modo a esconder as nódoas negras , as penas e as fezes dos consumidores. Muitas são incluídas em rações para outros animais de criação.
Por cada galinha numa gaiola de postura, existiu um pinto macho que foi morto na chocadeira. As galinhas poedeiras foram selecionadas para pôr o máximo de ovos, logo não crescem tão rapidamente como os frangos para consumo, logo os pintos macho não têm valor econômico e são deitados fora no dia em que nascem, da forma mais barata possível, freqüentemente postos no caixote do lixo, onde sufocam ou são esmagados e triturados vivos por máquinas de tratamento de lixo. Alguns produtores evitando o “desperdício”, moem os pintinhos vivos, com penas e fezes e depois temperam para fabricar derivados de galinha ( Caldo Knorr, Maggi, Arisco , etc...) Os pintinhos machos que nascem nas granjas são descartados, vivos , moídos numa espécie de liquidificador gigante. O utros são incinerados ou enterrados vivos .
O chão das gaiolas é de arame, o que facilita a limpeza das f ezes que caem por entre as grades e se acumulam no chão durante meses , causando um cheiro insuportável e ainda causa ndo um desconforto durante toda a vida da galinha. Em galpões pouco ventilados, os excrementos exalam vapores que causam infecções respiratórias, infecções nos olhos e outros danos .
As galinhas “gastas” são levadas para o matadouro , famintas, ossos quebrados, em caixas abertas, sofrendo freqüentemente ferimentos. Não têm direito nem à última refeição. Para economizar em ração, o avicultor suspende o alimento 30 horas antes do abate, já que o abatedouro não paga pelo alimento que fica no aparelho digestivo.
Já no matadouro, a quelas que não estavam bem atordoadas e/ou não foram mortas pela lâmina, são, portanto, escaldadas vivas.
Logo após são penduradas pelas patas e, por vezes, mergulhadas num banho eletrificado para as atordoar e acelerar a matança. As suas gargantas são cortadas, geralmente por uma lâmina mecânica, e mergulhadas em água a ferver para serem depenadas.
Esta última etapa não constituiria problema algum em um animal morto porém, como as indústrias tem acelerado o processo de abate em milhares de corpos por hora, grande parte dos animais chegam ao tanque de fervura ainda vivos. No calor do Verão, os aviários superlotados levam a uma mortandade massiva de aves. A atenção dos órgãos de comunicação social vai geralmente para as elevadas perdas monetárias, não para as mortes miseráveis de milhões de criaturas indefesas .
As aves sofrem também devido aos azares dos seus donos e criadores. Alguns granjeiros falidos abandonam as galinhas poedeiras para morrer de fome. Quando são descobertas, apenas jazem milhares de seus esqueletos no interior das minúsculas gaiolas.
Esta é uma realidade que resume bem o modo de pensar e agir da indústria de criação intensiva produtora de aves e ovos e outros animais no mundo inteiro . Você não precisa deixar de comer ovos - e certamente não o fará. M as quando for ao supermercado, d ê preferência aos ovos de GALINHA CAIPIRA , ou encomende-os a um sitiante , eles são mais naturais e as galinhas caipiras são criadas mais soltas e sem os requintes bárbaros do capitalismo selvagem . Assim , você estará contribuindo em não sustentar essa indústria, fazendo uma alimentação sem crueldade e diminuindo o sofrimento e a tortura dos animais no mundo . FAÇA SUA PARTE
Vamos fazer nossa parte. Divulgue este documento. Mande para todas as pessoas que você conhece.
A NATUREZA AGRADECE !!!
“ Respeite todas as coisas vivas, especialmente as indefesas”
Ovos De Granja - Presentation TranscriptPRODUÇÃO DE OVOS DE GRANJA Rildo Silveira Created by [email_address] Cruzília – MG – Brasil “
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
TRAGÉDIA ANUNCIADA












Tartarugas do Pacífico são vítimas da caça, do roubo de ovos e do aquecimento global
As tartarugas existem no planeta há mais de cem milhões de anos, mas, se depender da ação predatória e poluidora da humanidade, elas estão com os dias contados.
Em Playa Junquillal, jovens recebem US$ 2 por noite para colher ovos recém-postos e movê-los para uma incubadora (Foto: Ruth Fremson/The New York Times)
É uma cena de partir o coração. De um lado, uma tartaruga e seus ovos. Do outro, uma pessoa com um cesto colhe os ovos do animal como fosse um direito divino roubá-los para chupá-los crus. Esse é um hábito antigo da Costa Rica e outras partes do Caribe e que hoje é proibido. Comer tartarugas também é proibido. Até a década de 1980, a maioria dos países permitia capturar tartarugas e seus ovos, mas nos anos 1990 a evidência de que a espécie estava desaparecendo levou os governos a proibir leis com essa atividade. Porém, o crime contra as tartarugas continua acontecendo.
Mulher retira ovos que foram postos pela tartaruga para vender no comércio.
Mas não é só isso. Segundo o New York Times, desenvolvimento sem planejamento, temperaturas mais altas e oceanos mais elevados têm diminuido a população de tartarugas do Pacífico. As tartarugas marinhas são sensíveis aos efeitos do aquecimento. Elas se alimentam dos arrecifes, que estão morrendo nos mares mais quentes e acídicos. Elas põem seus ovos em praias que estão sendo inundadas pelos oceanos que se elevam e tempestades violentas.
Centenas de pessoas roubam os ovos de tartarugas na Costa Rica
Mundialmente, existem sete espécies de tartarugas marinhas, e todas são consideradas ameaçadas, com exceção das que existem no Atlântico, que se beneficiaram de medidas que proibem armadilhas e a venda de produtos derivados.
Em praias do Caribe, movimentos isolados tentam salvar as tartarugas, como é o caso dos rapazes na Playa Junquillal, na Costa Rica. Conhecidos como baulas, eles patrulham as praias com bastões de baseball e são idolatrados pelos mais jovens.
O biólogo Gabriel Francia é quem supervisiona os baulas, que ajudam as tartarugas a ir para a água quando elas desovam aos 40 ou 60 dias, dependendo da espécie. Francia compara o trabalho dos meninos com uma operação cesariana complicada, operação esta agravada pelo fato de que muitos desse animais que escaparam aos caçadores de ovos serão caçados ou mortos em redes de pesca predatória ou vitimados pelo aquecimento global também causado pela ação humana.
om informações do New York Times
As tartarugas existem no planeta há mais de cem milhões de anos, mas, se depender da ação predatória e poluidora da humanidade, elas estão com os dias contados.
Em Playa Junquillal, jovens recebem US$ 2 por noite para colher ovos recém-postos e movê-los para uma incubadora (Foto: Ruth Fremson/The New York Times)
É uma cena de partir o coração. De um lado, uma tartaruga e seus ovos. Do outro, uma pessoa com um cesto colhe os ovos do animal como fosse um direito divino roubá-los para chupá-los crus. Esse é um hábito antigo da Costa Rica e outras partes do Caribe e que hoje é proibido. Comer tartarugas também é proibido. Até a década de 1980, a maioria dos países permitia capturar tartarugas e seus ovos, mas nos anos 1990 a evidência de que a espécie estava desaparecendo levou os governos a proibir leis com essa atividade. Porém, o crime contra as tartarugas continua acontecendo.
Mulher retira ovos que foram postos pela tartaruga para vender no comércio.
Mas não é só isso. Segundo o New York Times, desenvolvimento sem planejamento, temperaturas mais altas e oceanos mais elevados têm diminuido a população de tartarugas do Pacífico. As tartarugas marinhas são sensíveis aos efeitos do aquecimento. Elas se alimentam dos arrecifes, que estão morrendo nos mares mais quentes e acídicos. Elas põem seus ovos em praias que estão sendo inundadas pelos oceanos que se elevam e tempestades violentas.
Centenas de pessoas roubam os ovos de tartarugas na Costa Rica
Mundialmente, existem sete espécies de tartarugas marinhas, e todas são consideradas ameaçadas, com exceção das que existem no Atlântico, que se beneficiaram de medidas que proibem armadilhas e a venda de produtos derivados.
Em praias do Caribe, movimentos isolados tentam salvar as tartarugas, como é o caso dos rapazes na Playa Junquillal, na Costa Rica. Conhecidos como baulas, eles patrulham as praias com bastões de baseball e são idolatrados pelos mais jovens.
O biólogo Gabriel Francia é quem supervisiona os baulas, que ajudam as tartarugas a ir para a água quando elas desovam aos 40 ou 60 dias, dependendo da espécie. Francia compara o trabalho dos meninos com uma operação cesariana complicada, operação esta agravada pelo fato de que muitos desse animais que escaparam aos caçadores de ovos serão caçados ou mortos em redes de pesca predatória ou vitimados pelo aquecimento global também causado pela ação humana.
om informações do New York Times
06 de janeiro de 2010Por Lobo Pasolini (da Redação)
MOVIMENTO INTERNACIONAL ANTI -TOURADAS

Surpreendemente, em pleno século XXI as touradas persistem em diferentes países, para vergonha de todos aqueles que dizem que vivemos num mundo evoluído e civilizado.
Estes espectáculos bárbaros mais não são que uma reminescência da Idade Média.
No entanto, os mesmos continuam a existir devido aos poderosos lobbies que os apoiam. Estes lobbies mantêm este negócio sangrento por puro lucro, á custa da tortura, sofrimento e morte dos animais. Estes lobbies têm o apoio de governos nacionais e locais, recebem apoio financeiro de empresas que pretendem promover os seus produtos como tendo um "sabor cultural" e recebem também a promoção dada pelas chamadas revistas mundanas que gostam de mostrar aquilo a que eles chamam pomposamente de gente bonita , que assiste á tortura dos animais. Apesar do decréscimo de público nos últimos anos, esta minoria continua a enriquecer torturando touros e cavalos. São bem conhecidas as várias tentativas de expandir o seu sangrento e sujo negócio para outros países. Touradas de beneficência para angariar fundos para crianças de países do terceiro mundo, para angariar fundos para doenças incuráveis, etc, são outras tentativas de tentar dar a este espectáculo de tortura um ar de respeitabilidade. Se isto não fosse suficiente, também a Igreja Católica não condena estes espectáculos, pelo contrário, é comum que as touradas seja feitas em honra de santos e com a benesse dos membros do clérigo.
Não há justificação moral para recusar ter em consideração o sofrimento de um ser, seja ele animal humano ou animal não humano. Os animais são seres sensientes que experienciam alegria, felicidade, medo e dor do mesmo modo que os animais humanos. Ninguém tem o direito de os fazer sofrer para diversão. Se qualquer tortura infligida a um animal merece ser condenada, as touradas são a pior forma de tortura uma vez que são feitas em nome do entertenimento. Temos que acabar com toda a tortura praticada sobre os animais e terminar de uma vez por todas com estes espectáculos de brutalidade e violência. Quem tortura animais e lhes inflige sofrimento mais tarde ou mais cedo fará o mesmo com o seu semelhante.
"Não interessa se eles podem raciocinar; não interessa se eles podem falar; o que interessa é se podem SOFRER." Jeremy Bentham
http://www.iwab.org/intropor.
Estes espectáculos bárbaros mais não são que uma reminescência da Idade Média.
No entanto, os mesmos continuam a existir devido aos poderosos lobbies que os apoiam. Estes lobbies mantêm este negócio sangrento por puro lucro, á custa da tortura, sofrimento e morte dos animais. Estes lobbies têm o apoio de governos nacionais e locais, recebem apoio financeiro de empresas que pretendem promover os seus produtos como tendo um "sabor cultural" e recebem também a promoção dada pelas chamadas revistas mundanas que gostam de mostrar aquilo a que eles chamam pomposamente de gente bonita , que assiste á tortura dos animais. Apesar do decréscimo de público nos últimos anos, esta minoria continua a enriquecer torturando touros e cavalos. São bem conhecidas as várias tentativas de expandir o seu sangrento e sujo negócio para outros países. Touradas de beneficência para angariar fundos para crianças de países do terceiro mundo, para angariar fundos para doenças incuráveis, etc, são outras tentativas de tentar dar a este espectáculo de tortura um ar de respeitabilidade. Se isto não fosse suficiente, também a Igreja Católica não condena estes espectáculos, pelo contrário, é comum que as touradas seja feitas em honra de santos e com a benesse dos membros do clérigo.
Não há justificação moral para recusar ter em consideração o sofrimento de um ser, seja ele animal humano ou animal não humano. Os animais são seres sensientes que experienciam alegria, felicidade, medo e dor do mesmo modo que os animais humanos. Ninguém tem o direito de os fazer sofrer para diversão. Se qualquer tortura infligida a um animal merece ser condenada, as touradas são a pior forma de tortura uma vez que são feitas em nome do entertenimento. Temos que acabar com toda a tortura praticada sobre os animais e terminar de uma vez por todas com estes espectáculos de brutalidade e violência. Quem tortura animais e lhes inflige sofrimento mais tarde ou mais cedo fará o mesmo com o seu semelhante.
"Não interessa se eles podem raciocinar; não interessa se eles podem falar; o que interessa é se podem SOFRER." Jeremy Bentham
http://www.iwab.org/intropor.
DIGA NÃO ÀS TOURADAS
Vote NÃO às touradas como patrimônio da humanidade.
Entre no site e clique na opção "NON"
Olá amigos,
Não sei se vocês sabem que há um movimento, na Europa, para incluir as touradas na Unesco como património da humanidade.
Não podemos permitir que isso aconteça.
Touradas são crueldade e violência contra animais indefesos.
O que há de bonito e cultural nesta atrocidade?
O que se ganha culturalmente assistindo a este massacre?
Na pagina abaixo, registre o seu NÃO contra a idéia
descabida de transformar as touradas em patrimônio
da humanidade.
OPINION DU JOUR.COM
Vote "non" e depois clique "donnez votre opinion"
CLIQUE AQUI PARA VOTAR
Participe do Movimento Internacional Anti-Touradas
CLIQUE AQUI
e divulgue esta ideia.
sábado, 12 de dezembro de 2009
ASSUMIR OU NÃO ASSUMIR: NÃO É ESSA A QUESTÃO
A satisfação dos desejos justifica os meios?
Tudo bem, eu confesso: esse anúncio realmente me deixou babando. De raiva, claro. Primeiro porque ignora a singularidade de cada indivíduo, sua característica essencial de ser único e, portanto, com gostos únicos. Tenho uma sobrinha de oito anos que não come carne, sempre torceu o nariz e trancou os lábios. É vegetariana de nascença. Ora, ela mentiria se dissesse que aquele pedaço marrom não a atrai?
Ao afirmar que vegetarianos não assumem seu desejo, os publicitários do anúncio querem dizer que há uma espécie de verdade absoluta para o “gostar”? Não, acho que não são tão burros. O que querem é vender o produto de seu cliente, e, para isso, usam uma estratégia eficiente: se comprar o que te oferecem, você fará parte de um grupo, será aceito socialmente. Sempre dá certo. Do cigarro à cachaça. As mulheres, por exemplo, parecem saídas de uma mesma forma. Sob o pretexto de “se sentirem melhor com o próprio corpo”, só se diferenciam na quantidade do silicone. Na verdade, essas mulheres só se sentem melhores com o próprio corpo se ele se assemelhar o máximo possível ao vendido pela mídia.
A tática da padronização é tão eficaz que mesmo os excluídos querem convencer a maioria padronizada a mudar de lado. Para citar dois casos: 1) os homossexuais: muitos costumam dizer que só se é hetero até provar do negócio; depois, já era; 2) muitos de nós, vegetarianos. Quem já tentou convencer todo mundo a parar de comer carne levante a mão! Eu levanto as duas.
Voltemos à carne do anúncio. Outro motivo de fúria foi ter meu gosto estético subestimado. Nós, vegetarianos e vegans, gostamos de cores, principalmente das produzidas pela natureza para atiçar o paladar. Não é à toa que Adão mordeu a maçã (e não um fofo coelhinho que saltitava pelo paraíso). Agora – perdoem-me o palavreado logo num primeiro artigo – mas, a primeira vez que vi a foto, achei que fosse cocô de elefante. Não, nunca vi cocô de elefante, mas deve ser grande... Pensando bem, elefantes são vegetarianos e seus cocôs devem ter um aspecto bem mais agradável que o do cadáver da foto; além de servirem para adubar a terra. Que maravilha! Virei fã de elefante. Já pensou o tal publicitário tentando convencê-los – pobre animais – de que precisam de carne? “Vocês ainda vão ficar anêmicos, fracos e pálidos”.
Pra terminar o assunto – a carne já está cheirando mal – pergunto aos senhores publicitários: a satisfação do desejo – como quer o anúncio – justifica todos os meios? Se for assim, não se pode condenar alguém por matar um dono de BMW para roubar-lhe o carro. Afinal, o “bandido” estaria satisfazendo o seu desejo, que é ter um carro importado. (Confessem: todo mundo quer ter um carro importado!)
Vegans e vegetarianos têm outros motivos que justificam sua postura. A razão principal não é "não gostar de carnes", seja por terem gosto ruim seja por fazerem mal à saúde. É que para nós, os meios utilizados para satisfazer o desejo da gula – tortura, crueldade e violência contra animais – não justificam os fins.
avezdavaca@veganpride.com
VEGANPRIDE.COM
Avenida São João, 439 - Loja 446 - SÃO PAULO- SP / BRAZIL
Cep. 01035-000
Fone: (11) 3362-0897
Horário de funcionamento:
Segunda à Sábado das 10:00hrs as 18:00hrs.
Informações:
Vendas:
info@veganpride.com
Loja:
loja@veganpride.com
Tudo bem, eu confesso: esse anúncio realmente me deixou babando. De raiva, claro. Primeiro porque ignora a singularidade de cada indivíduo, sua característica essencial de ser único e, portanto, com gostos únicos. Tenho uma sobrinha de oito anos que não come carne, sempre torceu o nariz e trancou os lábios. É vegetariana de nascença. Ora, ela mentiria se dissesse que aquele pedaço marrom não a atrai?
Ao afirmar que vegetarianos não assumem seu desejo, os publicitários do anúncio querem dizer que há uma espécie de verdade absoluta para o “gostar”? Não, acho que não são tão burros. O que querem é vender o produto de seu cliente, e, para isso, usam uma estratégia eficiente: se comprar o que te oferecem, você fará parte de um grupo, será aceito socialmente. Sempre dá certo. Do cigarro à cachaça. As mulheres, por exemplo, parecem saídas de uma mesma forma. Sob o pretexto de “se sentirem melhor com o próprio corpo”, só se diferenciam na quantidade do silicone. Na verdade, essas mulheres só se sentem melhores com o próprio corpo se ele se assemelhar o máximo possível ao vendido pela mídia.
A tática da padronização é tão eficaz que mesmo os excluídos querem convencer a maioria padronizada a mudar de lado. Para citar dois casos: 1) os homossexuais: muitos costumam dizer que só se é hetero até provar do negócio; depois, já era; 2) muitos de nós, vegetarianos. Quem já tentou convencer todo mundo a parar de comer carne levante a mão! Eu levanto as duas.
Voltemos à carne do anúncio. Outro motivo de fúria foi ter meu gosto estético subestimado. Nós, vegetarianos e vegans, gostamos de cores, principalmente das produzidas pela natureza para atiçar o paladar. Não é à toa que Adão mordeu a maçã (e não um fofo coelhinho que saltitava pelo paraíso). Agora – perdoem-me o palavreado logo num primeiro artigo – mas, a primeira vez que vi a foto, achei que fosse cocô de elefante. Não, nunca vi cocô de elefante, mas deve ser grande... Pensando bem, elefantes são vegetarianos e seus cocôs devem ter um aspecto bem mais agradável que o do cadáver da foto; além de servirem para adubar a terra. Que maravilha! Virei fã de elefante. Já pensou o tal publicitário tentando convencê-los – pobre animais – de que precisam de carne? “Vocês ainda vão ficar anêmicos, fracos e pálidos”.
Pra terminar o assunto – a carne já está cheirando mal – pergunto aos senhores publicitários: a satisfação do desejo – como quer o anúncio – justifica todos os meios? Se for assim, não se pode condenar alguém por matar um dono de BMW para roubar-lhe o carro. Afinal, o “bandido” estaria satisfazendo o seu desejo, que é ter um carro importado. (Confessem: todo mundo quer ter um carro importado!)
Vegans e vegetarianos têm outros motivos que justificam sua postura. A razão principal não é "não gostar de carnes", seja por terem gosto ruim seja por fazerem mal à saúde. É que para nós, os meios utilizados para satisfazer o desejo da gula – tortura, crueldade e violência contra animais – não justificam os fins.
avezdavaca@veganpride.com
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Segunda à Sábado das 10:00hrs as 18:00hrs.
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O QUE É ISSO , COMPANHEIRA ?



Brigitte Bardot, uma das mais fervorosas defensoras dos animais, gerou indignação e repulsa em seu último livro, Um Grito no Silêncio. Nele, ela declara seu ódio à raça humana; especialmente aos mendigos, homossexuais, mulçumanos, professores, artistas e estrangeiros. E diz que o francês Jean-Marie Le Pen, presidente da Frente Nacional, ultradireitista e neofascista, é uma boa pessoa.
Dotado de livre-arbítrio e "inteligência", o homem provou que pode criar, destruir e transformar a própria vida ou a vida do planeta.
É por isso que personalidades ilustres como Sócrates, Cristo, Buda e Gandhi - para citar alguns - pregavam o conhecimento de si mesmo, a necessidade de domar os próprios instintos, de se humanizar para, então, inspirar seus semelhantes. Gandhi, por exemplo, jejuava quando queria amolecer corações para uma causa que achava justa. Entre seus feitos está a conquista da independência da Índia.
Diz o filósofo francês André Conte-Sponville, em seu livro Pequeno Tratado das Grandes Virtudes, que o bom veneno é o que mata, a boa faca é a que corta (não importa o quê), o bom homem é aquele que se humaniza. Por isso, se realmente queremos a tão sonhada liberdade para os animais, é preciso, antes, humanizarmo-nos e, então, criarmos situações que façam outros homens pensarem sobre o sofrimento em geral, de homens e de animais. Caso contrário, aos olhares alheios, não passaremos de pessoas mal-resolvidas em auto-identificação com o animal.
Este é o paradigma que Brigitte Bardot está criando para si. A atriz de E Deus Criou a Mulher, filme de Roger Vadim (1956), foi eleita uma das mulheres mais lindas do século pela revista Playboy norte-americana. Até 1975, ela atuou em 52 filmes. Depois disso, aos 38 anos, Brigitte resolveu abandonar as telas de cinema e assumir uma outra personagem: a de defensora dos animais. O que mais os bichanos vítimas de crueldade poderiam querer? Brigitte Bardot tinha todos os olhares do mundo para ela e, com sua beleza e sensualidade estonteantes, poderia seduzi-lo a seu favor. O problema, entretanto, é que beleza, sensualidade e amor pelos animais ficaram ofuscados pela "estupidez" - como querem muitos intelectuais - da moça.
Un Cri dans le Silence (Um Grito no Silêncio), último livro de Brigitte Bardot, é o mais vendido na categoria não-ficção na França. Nele, a autora diz ter "ódio da espécie humana", dos "invasores muçulmanos", dos "desempregados profissionais", dos "jovens que não mexem uma palha", da "esquerda, responsável pelas atuais desgraças", de "gente que profana nossas igrejas para transformá-las em chiqueiros humanos" (se referindo aos mendigos), dos "professores que vão dar aula sem fazer a barba, com os cabelos engordurados, jeans desalinhados e tênis imundos", da arte que "se tornou uma merda, tanto no sentido direto quanto no figurado", da literatura que é "um puxa-saquismo nacional", dos homossexuais: "o que nos resta do sexo masculino escolheu a profissão de top model e passa a vida em sonhos estéticos" etc.
Sabe-se, por exemplo, que a ex-bela atriz foi capaz de salvar a vida de um camarão num restaurante, mas abandonou o próprio filho. Ora, será possível que um ser humano como ela consiga atrair a simpatia dos "matadores" de animais? Atitudes como as de Brigitte Bardot soam como um aval à crueldade, porque "matadores" de animais, diante de declarações e de atitudes como as dela, não só não se questionam sobre seus atos como também se consideram mais humanos que ela.É uma pena.
As campanhas maravilhosas promovidas pela instituição mantida por Brigitte têm bem menos destaque que suas declarações e comportamento bizarros. Viva vegetarianos como Einstein, Paul McCartney, Gandhi, Leonardo da Vinci e tantos outros (humanos).
Brigitte em dois momentos: contradição ética.
"Eu fico chocada com todas as crueldades que vejo. Muitas vezes, choro pela minha impotência diante de tanta dor inútil, tanta maldade gratuita. Há sofrimento infligido a todos os animais todo dia, toda hora, todo minuto. Os laboratórios, os abatedouros, os transportes abomináveis de animais, a criação intensiva para o abate, a caça, os animais de pele presos em armadilhas ou criados em condições atrozes e eletrocutados, o massacre de baleias, dos golfinhos presos em redes, os ursos dançantes da Bulgária, os ursos da China condenados a fornecer bílis como afrodisíaco com um cateter no abdome, presos em jaulas minúsculas. Os cães e gatos comidos na Ásia, decepados ainda vivos, cozidos ainda conscientes. O cavalos mutilados e espancados, que caem sob os golpes ou são transportados de forma desumana, durante dias sem comer ou beber, para terminar no abatedouro. O foie gras obtido com o martírio de gansos e patos obrigados a engolir, com ajuda de instrumentos, quilos de comida que os estufam, matando-os pouco a pouco e provocando-lhes cirrose ou hepatite. As montanhas de rãs cortadas em dois ainda vivas, cujas coxas são guardadas e cujas metades, ainda vivas, são jogadas umas sobre outras, formando pirâmides trêmulas e sangrentas, sem falar dos cães abandonados e dos gatos martirizadas. A lista é longa e sem fim".(em entrevista para Revista da Folha).
Os imigrantes são culpados de tomar de assalto nossas igrejas, transformadas em porqueiros, fazendo suas necessidades atrás do altar, urinando entre as colunas. (...) Os homossexuais são hordas que se reagruparam, castas invadindo bares, restaurantes, boates e mesmo alguns bairros (...) Os franceses anônimos são caricaturas humanas, espantalhos, gente horrorosa de todos os tamanhos, de todas as raças, de todas as classes (...).(Um grito no Silêncio)
avezdavaca@veganpride.com
RODEIOS : CRUELDADE OU DIVERSÃO ?


Os rodeios são promovidos como exercícios de coragem e valentia da habilidade humana em conquistar as bestas ferozes e indomadas do velho Oeste. Na realidade, os rodeios não são nada mais do que uma exibição manipulada do domínio humano sobre os animais, mal disfarçado de "entretenimento". O que começou no final do século XIX como um concurso de habilidades entre cowboys se transformou num show motivado por ganância e lucro.As Acrobacias
Os eventos padrão de um rodeio incluem laçar um bezerro, corpo a corpo com um novilho, montar um cavalo e um touro sem arreios, selar um potro chucro e ordenhar uma vaca selvagem.Os animais usados nos rodeios são artistas prisioneiros, a maioria dócil, mas compreensivamente desconfiados dos seres humanos devido ao tratamento áspero que receberam. Muitos desses animais não são agressivos por natureza; eles são físicamente forçados a demonstrar um comportamento selvagem para fazer os cowboys parecerem corajosos. Os organizadores de rodeios alegam que o animal trabalha apenas por oito segundos, como se não houvesse centenas de horas de treinos não supervisionados, muitas vezes, com o mesmo animal. Eles contestam também que os animais utilizados são selvagens e que pinoteiam por índole. Caso fosse verdade o sedem não seria necessário e o animal não pararia de pular após a retirada do mesmo.
Laçada de bezerro: animal de apenas 40 dias é perseguido em velocidade pelo cavaleiro, sendo laçado e derrubado ao chão. Ocorre ruptura na medula espinhal, ocasionando morte instantânea. Alguns ficam paralíticos ou sofrem rompimento parcial ou total da traquéia. O resultado de ser atirado violentamente para o chão tem causado a ruptura de diversos órgãos internos levando o animal a uma morte lenta e dolorosa.
Laço em dupla/team roping:
dois cowboys saem em disparada, sendo que um deve laçar a cabeça do animal, e o outro as pernas traseiras. Em seguida os peões esticam o boi entre si, resultando em ligamentos e tendões distendidos, além de músculos machucados. Bulldog: dois cavaleiros, em velocidade, ladeiam o animal que é derrubado por um deles, segurando pelos chifres e torcendo seu pescoço.
Ferramentas de Tortura
Agulhadas elétricas, um pedaço de madeira afiado, unguentos cáusticos e outros dispositivos de tortura são usados para irritar e enfurecer os animais usados nos rodeios,com o objetivo de mostrar um "bom show "para a multidão.
Sedem ou sedenho:
é um artefato de couro ou crina que é amarrado ao redor do corpo do animal (sobre pênis ou saco escrotal) e que é puxado com força no momento em que o animal sai à arena. Além do estímulo doloroso pode também provocar rupturas viscerais, fraturas ósseas, hemorragias subcutâneas, viscerais e internas e dependendo do tipo de manobra e do tempo em que o animal fique exposto a tais fatores, pode-se evoluir até o óbito.
Objetos pontiagudos:
pregos, pedras, alfinetes e arames em forma de anzol são colocados nos sedenhos ou sob a sela do animal. Peiteira e sino: consiste em outra corda ou faixa de couro amarrada e retesada ao redor do corpo, logo atrás da axila. O sino pendurado na peiteira,contitui-se em mais um fator estressante pelo barulho que produz à medida em que o animal pula.
Esporas:
às vezes pontiagudos, são aplicados pelo peão tanto na região do baixo-ventre do animal como em seu pescoço, provocando lesões e perfuração do globo ocular.
Choques elétricos e mecânicos:
aplicados nas partes sensíveis do animal antes da entrada à arena. Terebentina, pimenta e outras substâncias abrasivas: são introduzidas no corpo do animal Golpes e marretadas: na cabeça do animal, seguido de choque elétrico, costumam produzir convulsões no animal e são o método mais usado quando o animal já está velho ou cansado.
Esses recursos que fazem o animal saltar descontroladamente, atingindo altura não condizente com sua estrutura, resultam em fratura de perna, pescoço e coluna, distensões, contusões, quedas, etc.
Segundo a Dra.Irvênia Prada, que foi por muitos anos Professora Titular da Faculdade de Medicina da USP e tendo mais de uma centena de trabalhos publicados em Anatomia Animal, ao observar as fotos dos animais em plena atividade no rodeio declarou: "os olhos dos animais mostram uma grande área arredondada, luminosa, consequente à dilatação de sua pupila.
Na presença de luz, a pupila tende a diminuir de diâmetro (miose). Ao contrário, a dilatação da pupila (midríase) acontece na diminuição ou ausência de luz, na vigência de processo doloroso intenso e na vivência de fortes emoções (medo, pânico..) e que acompanham situações de perigo iminente, caracterizando a chamada Síndrome de Emergência de Canon. No ambiente da arena de rodeio, o esperado seria que os animais estivessem em miose, pela presença de luz. Assim, a midríase que exibem é altamente indicativa de que estejam na vigência da citada Síndrome de Emergência, o que caracteriza o sofrimento mental."
Fazendo Frente ao Mito Num estudo conduzido pela Humane Society of the United States, dois cavalos conhecidos pelos seus temperamentos gentis foram submetidos ao uso da cinta no flanco. Ambos pularam dando coices até a cinta sair. Então vários cavalos do circuito de rodeio foram liberados dos currais sem a cinta no flanco e não pularam nem deram coices, mostrando que o comportamento selvagem e frenético dos animais é induzido pelos cowboys e promotores dos rodeios.
O Fim da Trilha
O médico veterinário Dr. C.G. Haber, que passou 30 anos como inspetor federal de carne, trabalhou em matadouros e viu vários animais descartados de rodeios sendo vendidos para abate. Ele descreveu os animais como "tão machucados que as únicas áreas em que a pele estava ligada à carne eram cabeça, pescoço, pernas e abdome. Eu vi animais com 6 a 8 costelas quebradas à partir da coluna, muitas vezes perfurando os pulmões. Eu vi de 2 a 3 galões de sangue livre acumulado sobre a pele solta.
Estes ferimentos são resultado dos animais serem laçados nos torneios de laçar novilhos ou quando são montados através de pulos nas luta de bezerros."
(1) Os promotores de rodeio argumentam que precisam tratar seus animais bem para que eles sejam saudáveis e possam ser usados. Mas esta afirmativa é desmentida por uma declaração do Dr. T.K. Hardy, um veterinário e às vezes laçador de bezerros, feita à revista Newsweek: "Eu mantenho 30 cabeças de gado para prática, a U$200 por cabeça. Você pode aleijar três ou quatro numa tarde... É um hobby bem caro."
(2) Infelizmente existe um fornecimento constante de animais descartados à disposição dos promotores de rodeios os quais tiveram seus próprios animais esgotados ou irremediavelmente feridos. Conforme o Dr. Harber documentou,os circuitos de rodeio são apenas um desvio na estrada dos matadouros.
Escolhas e Oportunidades Embora os cowboys de rodeio voluntariamente arrisquem-se a sofrer injúrias nos eventos em que participam, os animais que eles usam não têm esta escolha. Em 1986, no rodeio de Calgary em Alberta no Canadá, um dos maiores rodeios da América do Norte, oito cavalos foram mortos ou fatalmente feridos num acidente numa corrida de carroças. Pelo fato da velocidade ser importante em vários rodeios, o risco de acidentes é alto. Bezerros laçados quando estão correndo a mais de 27 milhas por hora, têm seus pescoços tracionados para trás pelo laço, geralmente resultando em injúrias no pescoço e costas,contusões, ossos quebrados e hemorragias internas. Bezerros ficam paralíticos devido à lesão de coluna vertebral ou suas traquéias ficam parcialmente ou totalmente machucadas.
(3) Bezerros são usados apenas em um rodeio antes de voltarem ao rancho ou serem sacrificados devido aos ferimentos.
(4) Os cavalos dos rodeios geralmente desenvolvem problemas de coluna devido aos repetidos golpes que sofrem. Devido ao fato de cavalos não ficarem normalmente pulando para cima e para baixo,existe também o risco de lesão das patas quando o tendão se rompe. As regras da associação de rodeios não são eficazes na prevenção de lesões e não são cobradas com rigor, nem as multas são severas o bastante para evitar maus tratos. Por exemplo, se um bezerro é ferido num torneio, a única punição é que o laçador não poderá laçar outro animal naquele dia. Se o laçador arrastar o bezerro, ele poderá ser desclassificado. Não há regras protegendo os animais durante as provas e não há nenhum observador objetivo ou exames requisitados para determinar se um animal foi ferido num evento.
RODEIO É COVARDIA, BASTA!
Para repudiar, não vá a festas com rodeios que utilizam animais.
Não compre produto ou serviço de empresas que patrocinam rodeios.
Notas
1.Human Society of the United States, interview with C.G. Haber, DVM (Rossburg, Ohio),1979 2."Rodeo :American Tragedy or Legalized Cruelty?" The Animals Agenda, March 1990 3.Dr. E.J. Finocchio, DVM, Letter to Rhode Island State Legislature. Feb. 28, 1989 4."Rodeo Critics Call It "Legalized Cruelty", San Francisco Chronicle, June 25, 1981 5.Lipsher, Steve, "Veterinarian Calls Rodeos Brutal to Stock" Denver Post, Jan 20, 1991 6.Schmitz, Jon "Council Bucks Masloff’s Veto On Rodeo Bill" Pittsburgh Press, Nov27, 1990 Fonte: SUIPA - Sociedade União Internacional de Proteção aos Animais PETA - People for Ethical Treatment of Animals
Instituto Nina Rosa
Tradução: Luiziania de C.M.de Barros
SAIBA MAIS:
www.rodeocruelty.com - www.institutoninarosa.org.br - www.pea.org.br
sábado, 5 de dezembro de 2009
PROTESTO PETA/VEDDAS NO BRASIL

Protesto inusitado da PETA contra crueldade infligida às ovelhas australianas.
A organização internacional de defesa dos animais PETA e o grupo de brasileiro
de ativismo animal VEDDAS se unem em movimento contra os métodos cruéis
empregados por criadores de ovelhas australianos"Vestidos" somente com uma
bandeira da Austrália pintada em suas nádegas, os ativistas nus da PETA (People
for the Ethical Treatment of Animals) e do VEDDAS (Vegetarianismo, Defesa dos
Direitos Animais e Sociedade) realizaram um protesto no sábado, 2 de setembro,
em frente ao World Trade Center da Av. das Nações Unidas, durante o Australia
Festival – o maior evento promocional australiano da América Latina. Outros
manifestantes estiveram presentes exibindo cartazes que mostram as ovelhas
mutiladas e abusadas durante a exportação viva.Durante a fase de suas vidas em
que estão produzindo lã, as ovelhas australianas têm pedaços enormes de carne
cortados A SANGUE FRIO dos seus traseiros como método de controle de
infestações por larvas.
Esse procedimento é feito com tesouras de jardinagem e sem qualquer tipo de
anestésico.
Uma vez que a sua produção de lã é reduzida, elas são exportadas vivas para o
Oriente Médio e Norte da África a bordo de navios gigantescos, enfrentando
péssimas condições e severas mudanças climáticas, vivendo atoladas em seus
próprios dejetos. As ovelhas que adoecem ou se ferem são jogadas ao mar e as que
sobrevivem a semanas de viagem por milhares de quilômetros a bordo de navios
imundos são arrastadas pelas orelhas e pernas e chutadas no rosto para terem
suas gargantas cortadas enquanto plenamente conscientes (em alguns países do
Oriente Médio, não há leis que assegurem o chamado “abate humanitário”, que
envolveria a dessensibilização do animal antes do abate).Alguns produtores já
adotam métodos mais humanitários de controle de infestação por larvas, mas é
necessário pressionar o governo australiano para que seja determinado que todos os produtores do país abandonem as práticas cruéis atualmente em uso em larga
escala. A Austrália é o maior produtor de lã do mundo. Até que esses abusos
terminem, pede-se um boicote total à lã australiana!
http://www.savethesheep.com/
Para assistir ao vídeo que denuncia as atrocidades descritas, acesse
http://www.petatv.com/tvpopup/Prefs.asp?video=save_the_sheep.
http://www.nutriveg.com.br/petawtc.htm
A organização internacional de defesa dos animais PETA e o grupo de brasileiro
de ativismo animal VEDDAS se unem em movimento contra os métodos cruéis
empregados por criadores de ovelhas australianos"Vestidos" somente com uma
bandeira da Austrália pintada em suas nádegas, os ativistas nus da PETA (People
for the Ethical Treatment of Animals) e do VEDDAS (Vegetarianismo, Defesa dos
Direitos Animais e Sociedade) realizaram um protesto no sábado, 2 de setembro,
em frente ao World Trade Center da Av. das Nações Unidas, durante o Australia
Festival – o maior evento promocional australiano da América Latina. Outros
manifestantes estiveram presentes exibindo cartazes que mostram as ovelhas
mutiladas e abusadas durante a exportação viva.Durante a fase de suas vidas em
que estão produzindo lã, as ovelhas australianas têm pedaços enormes de carne
cortados A SANGUE FRIO dos seus traseiros como método de controle de
infestações por larvas.
Esse procedimento é feito com tesouras de jardinagem e sem qualquer tipo de
anestésico.
Uma vez que a sua produção de lã é reduzida, elas são exportadas vivas para o
Oriente Médio e Norte da África a bordo de navios gigantescos, enfrentando
péssimas condições e severas mudanças climáticas, vivendo atoladas em seus
próprios dejetos. As ovelhas que adoecem ou se ferem são jogadas ao mar e as que
sobrevivem a semanas de viagem por milhares de quilômetros a bordo de navios
imundos são arrastadas pelas orelhas e pernas e chutadas no rosto para terem
suas gargantas cortadas enquanto plenamente conscientes (em alguns países do
Oriente Médio, não há leis que assegurem o chamado “abate humanitário”, que
envolveria a dessensibilização do animal antes do abate).Alguns produtores já
adotam métodos mais humanitários de controle de infestação por larvas, mas é
necessário pressionar o governo australiano para que seja determinado que todos os produtores do país abandonem as práticas cruéis atualmente em uso em larga
escala. A Austrália é o maior produtor de lã do mundo. Até que esses abusos
terminem, pede-se um boicote total à lã australiana!
http://www.savethesheep.com/
Para assistir ao vídeo que denuncia as atrocidades descritas, acesse
http://www.petatv.com/tvpopup/Prefs.asp?video=save_the_sheep.
http://www.nutriveg.com.br/petawtc.htm
domingo, 15 de novembro de 2009
CRUELDADE - URSOS NA CHINA
C R U E L D A D E
A Tragédia dos Ursos na China
É incrível que em pleno século XX, quando o homem já pisou na lua e os computadores globalizam o conhecimento, ainda existam na China milhares de ursos presos para que lhes sejam retirados a substância da sua bílis que de acordo com a milenar tradição da medicina chinesa cura todas as doenças como: dor de cabeça, pedra nos rins, cirrose, ressaca e atualmente usa-se também na confecção de shampus e afrodisíacos. Todavia existem poucas informações que comprovem cientificamente a eficiência dos mesmos. No passado, apenas o Mandarim e sua corte faziam uso desta substância. Atualmente, milhões de chineses e asiáticos têm acesso ao produto. Sua demanda cresceu de tal forma, que a China se vê obrigada a buscar ursos em outros paísesm a fim de supri-la, das oito espécies seis estão em extinção. Para preservar o patrimônio, criaram em 1985 centenas de fazendas de ursos, onde 10.000 (dez mil) ursos são mantidos presos, deitados horizontalmente sobre suas próprias urina e fezes queimando-lhes o couro. A jaula, tipo caixão é tão pequena que não lhes permitem virar-se e nem ao menos se coçar. Com a pata puxam a comida através do pequeno vão da jaula. Para saciar a sede, os pobres ursos têm que esticar a língua para lamber as barras da jaula. Têm dores alucinantes de ficarem aproximadamente 15 anos na mesma posição deformando-lhes os ossos. São 15 anos ou 180 meses ou 5.475 dias ou 131.400 horas 78.844.000 minutos contínuos de dor. Para obterem a bílis promovem o mais terrível comércio. Durante a extração do líquido plantam um tubo na vesícula, a outra extremidade fica para fora da barriga do urso onde um equipamento de metal suga a bílis. As dores do urso ultrapassam todos os limites imagináveis. Ele urra de dor, se mutila, procura suicidar-se. Eles o prendem com colete de metal, colocam-no na jaula com barras de pressão e o dopam. O produto obtido nestas condições não é mais medicinal é VENENO. O que lembra as terríveis alucinações de FRANKESTEIN. Para preservar a reputação cultural da medicina milenar chinesa as autoridades, considerando que as fazendas de ursos são recentes - 1985, declararam que, assim que for descoberta uma erva que substitua o líquido da bílis dos ursos, as fazendas serão eliminadas. A IFAW, uma organização inglesa, por exemplo, cujo presidente é o Príncipe Charles, tem apoiado a idéia de fechamento das "fazendas de ursos", pertencentes ao governo chinês. Apelos internacionais fizeram com que o governo chinês desativasse duas de sua fazendas: Zhuhai em 1993 e Huizhou em 1995. Nós da Fauna Free estamos lutando junto às ONG'S nacionais e internacionais, como a IFAW - INTERNATIONAL FUND FOR ANIMAL WELFARE na mobilização de seres humanos, que assim como nós, não conseguem mais dormir em paz, sabendo que milhares de ursos, nossos companheiros de jornada neste planeta estão sofrendo tamanha atrocidade a cada minuto de suas vidas. Precisamos espalhar estas informações para outras instituições, de forma a desencadear um movimento MUNDIAL contra atrocidades não compatíveis com o nível cultural de um país milenar e mundialmente admirado por sua grande sabedoria. Quanto tempo mais teremos que esperar sabendo que milhares de ursos estão sofrendo? Os ursos não podem esperar mais! Nós temos que ativar ajuda internacional para manter o governo chinês sob pressão.
A Tragédia dos Ursos na China
É incrível que em pleno século XX, quando o homem já pisou na lua e os computadores globalizam o conhecimento, ainda existam na China milhares de ursos presos para que lhes sejam retirados a substância da sua bílis que de acordo com a milenar tradição da medicina chinesa cura todas as doenças como: dor de cabeça, pedra nos rins, cirrose, ressaca e atualmente usa-se também na confecção de shampus e afrodisíacos. Todavia existem poucas informações que comprovem cientificamente a eficiência dos mesmos. No passado, apenas o Mandarim e sua corte faziam uso desta substância. Atualmente, milhões de chineses e asiáticos têm acesso ao produto. Sua demanda cresceu de tal forma, que a China se vê obrigada a buscar ursos em outros paísesm a fim de supri-la, das oito espécies seis estão em extinção. Para preservar o patrimônio, criaram em 1985 centenas de fazendas de ursos, onde 10.000 (dez mil) ursos são mantidos presos, deitados horizontalmente sobre suas próprias urina e fezes queimando-lhes o couro. A jaula, tipo caixão é tão pequena que não lhes permitem virar-se e nem ao menos se coçar. Com a pata puxam a comida através do pequeno vão da jaula. Para saciar a sede, os pobres ursos têm que esticar a língua para lamber as barras da jaula. Têm dores alucinantes de ficarem aproximadamente 15 anos na mesma posição deformando-lhes os ossos. São 15 anos ou 180 meses ou 5.475 dias ou 131.400 horas 78.844.000 minutos contínuos de dor. Para obterem a bílis promovem o mais terrível comércio. Durante a extração do líquido plantam um tubo na vesícula, a outra extremidade fica para fora da barriga do urso onde um equipamento de metal suga a bílis. As dores do urso ultrapassam todos os limites imagináveis. Ele urra de dor, se mutila, procura suicidar-se. Eles o prendem com colete de metal, colocam-no na jaula com barras de pressão e o dopam. O produto obtido nestas condições não é mais medicinal é VENENO. O que lembra as terríveis alucinações de FRANKESTEIN. Para preservar a reputação cultural da medicina milenar chinesa as autoridades, considerando que as fazendas de ursos são recentes - 1985, declararam que, assim que for descoberta uma erva que substitua o líquido da bílis dos ursos, as fazendas serão eliminadas. A IFAW, uma organização inglesa, por exemplo, cujo presidente é o Príncipe Charles, tem apoiado a idéia de fechamento das "fazendas de ursos", pertencentes ao governo chinês. Apelos internacionais fizeram com que o governo chinês desativasse duas de sua fazendas: Zhuhai em 1993 e Huizhou em 1995. Nós da Fauna Free estamos lutando junto às ONG'S nacionais e internacionais, como a IFAW - INTERNATIONAL FUND FOR ANIMAL WELFARE na mobilização de seres humanos, que assim como nós, não conseguem mais dormir em paz, sabendo que milhares de ursos, nossos companheiros de jornada neste planeta estão sofrendo tamanha atrocidade a cada minuto de suas vidas. Precisamos espalhar estas informações para outras instituições, de forma a desencadear um movimento MUNDIAL contra atrocidades não compatíveis com o nível cultural de um país milenar e mundialmente admirado por sua grande sabedoria. Quanto tempo mais teremos que esperar sabendo que milhares de ursos estão sofrendo? Os ursos não podem esperar mais! Nós temos que ativar ajuda internacional para manter o governo chinês sob pressão.
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