O II Fórum Internacional Criança e Consumo ocorrerá em São Paulo, de 23 a 25
de setembro, no Instituto Itaú Cultural.
Serão discutidos o consumismo infantil e suas conseqüências.
Além do lançamento do documentário ‘Criança e Consumo’, serão realizados
debates sobre publicidade, educação e infância e sociedade de consumo, e
apresentado o vídeo de atividades pedagógicas desenvolvidas com crianças do
projeto Educando na Periferia, do Instituto Alana.
Um dos recursos mais utilizados para tornar a criança consumista é a
erotização precoce.
Se se consegue que ela comece a pintar o rosto aos 4, 5 anos;
a prestar demasiada atenção ao próprio corpo;
a se preocupar com a marca do tênis calça, da roupa que usa... essa criança
precocemente erotizada manifesta trejeitos de adulto,
vocabulário de adulto,
desejos de adulto.
Ela é psicologicamente ‘adulta’ e biologicamente infantil.
Para evitar tais deformações, o Instituto Alana criou, em 2006, o projeto Criança
e Consumo, que busca fomentar, na sociedade, consciência crítica quanto ao
consumo de produtos e serviços por crianças e adolescentes, de modo a evitar a
mercantilização da infância e da juventude;
a cultura da violência;
o materialismo excessivo, etc
.O Alana fiscaliza a publicidade voltada às crianças e aos jovens, acolhe
denúncias e toma medidas legais junto aos órgãos competentes para sustar
anúncios que deseducam as novas gerações.
Criança não deve ser objeto de peças publicitárias.
Para que se torne um adulto sadio, precisa é
de afeto,
estima,
respeito (consciência dos limites) e
mergulho em seu próprio universo onírico.
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